domingo, 31 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
Posted by leon@rdo on 15:15
Alfa: o eReader que promete
O que não tem faltado no mercado são eReaders — os leitores de conteúdo digital à base de e-ink, a tinta eletrônica que simula o papel na tela. Inclusive modelos feitos no Brasil estão chegando no mercado.
O Alfa, eReader que a Positivo lançará em agosto, será diferente dos outros. Não tanto em funcionalidades, mas no método de distribuição e na parceria com livrarias. A idéia da empresa é ambiciosa: não se trata de simplesmente entrar no mercado de leitores digitais. A meta é sacudir o mercado editorial brasileiro que, convenhamos, ainda está bem caidinho.
O Alfa abriga uma tela sensível ao toque de 6″, com 16 tons de cinza. O primeiro modelo só terá conectividade pela USB, mas um modelo wifi está previsto até o final do ano. Virá com slot para cartões de memória, mas já conta com 2GB internos (dá para uns 1500 livros no formato ePub, mas ele também é compatível com arquivos PDF e txt.
Mas as especificações técnicas são um detalhe. O que me faz acreditar que ele se destacará de todos os outros é o modelo de negócios por trás.
Em primeiro lugar, estamos falando da Positivo, pioneira no uso da informática para a educação e a responsável pela popularização dos PCs no país. E é justamente escala e distribuição que farão a diferença.
Além das boas relações com os varejistas, a Positivo quer fazer decolar o segmento de livros digitais no país com o apoio de grandes livrarias e editoras. O Alfa é aberto e suportará os formatos dos ebooks já vendidos pela Saraiva e Cultura. Do lado das lojas e editoras, a força da Positivo poderá deslanchar a venda de livros eletrônicos, que ainda é irrisória. Aumentando a procura e as vendas, mais títulos ficarão disponíveis. Trata-se de um círculo vicioso: as editoras não aumentam o catálogo por causa da baixa procura. E as pessoas não compram porque a oferta de títulos ainda é minúscula!
Para o usuário comum, não interessa padrões de arquivos, formatos e outras nerdices. O que elas querem é comprar seus livros onde quiserem e usarem seu leitor. E é aí que fica o calcanhar de aquiles da Amazon e da Apple.
O que não tem faltado no mercado são eReaders — os leitores de conteúdo digital à base de e-ink, a tinta eletrônica que simula o papel na tela. Inclusive modelos feitos no Brasil estão chegando no mercado.
O Alfa, eReader que a Positivo lançará em agosto, será diferente dos outros. Não tanto em funcionalidades, mas no método de distribuição e na parceria com livrarias. A idéia da empresa é ambiciosa: não se trata de simplesmente entrar no mercado de leitores digitais. A meta é sacudir o mercado editorial brasileiro que, convenhamos, ainda está bem caidinho.
O Alfa abriga uma tela sensível ao toque de 6″, com 16 tons de cinza. O primeiro modelo só terá conectividade pela USB, mas um modelo wifi está previsto até o final do ano. Virá com slot para cartões de memória, mas já conta com 2GB internos (dá para uns 1500 livros no formato ePub, mas ele também é compatível com arquivos PDF e txt.
Mas as especificações técnicas são um detalhe. O que me faz acreditar que ele se destacará de todos os outros é o modelo de negócios por trás.
Em primeiro lugar, estamos falando da Positivo, pioneira no uso da informática para a educação e a responsável pela popularização dos PCs no país. E é justamente escala e distribuição que farão a diferença.
Além das boas relações com os varejistas, a Positivo quer fazer decolar o segmento de livros digitais no país com o apoio de grandes livrarias e editoras. O Alfa é aberto e suportará os formatos dos ebooks já vendidos pela Saraiva e Cultura. Do lado das lojas e editoras, a força da Positivo poderá deslanchar a venda de livros eletrônicos, que ainda é irrisória. Aumentando a procura e as vendas, mais títulos ficarão disponíveis. Trata-se de um círculo vicioso: as editoras não aumentam o catálogo por causa da baixa procura. E as pessoas não compram porque a oferta de títulos ainda é minúscula!
Para o usuário comum, não interessa padrões de arquivos, formatos e outras nerdices. O que elas querem é comprar seus livros onde quiserem e usarem seu leitor. E é aí que fica o calcanhar de aquiles da Amazon e da Apple.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Crianças confundem Atari com churrasqueira
Posted by leon@rdo on 16:01
Hoje os marmanjos estão comemorando o Dia do Orgulho Nerd, mas, vale lembrar que nós somos muito menos Nerds do que a geração que está vindo aí. Uma prova inconteste disso são dois vídeos, um canadense e um brasileiro, que mostram crianças lidando com gadgets dos anos 70 e 80.
Adaptador permite colocar 2 chips no iPhone 4
Posted by leon@rdo on 10:37
Procurando uma solução diferente de um HiPhone para poder ter dois chips em seu iPhone? Uma empresa italiana, a Vaveliero, talvez tenha achado uma alternativa melhor do que recorrer a um aparelho xing-ling de baixa qualidade.
Com um visual bem esquisitinho, que faz com que pareça que um pedaço do seu iPhone está escorrendo para fora, ele permite que dois chips sejam acoplados no smartphone. Como o negócio é muito mais um jeitinho do que algo realmente funcional, não é possível operar com os dois chips ao mesmo tempo.
No entanto, há a vantagem de não precisar reiniciar o iPhone para que o outro chip possa ser usado. A mudança entre os dois números pode ser feita manualmente ou por uma programação de horário.
Para disfarçar a aparência estranha, juntamente com o adaptador, vem uma capa para o iPhone, sendo possível deixar o chip externo escondido lá dentro. O pacote, com o adaptador e a capa sai por 49 euros, no site da Vaveliero.
Fonte: Info Online
Com um visual bem esquisitinho, que faz com que pareça que um pedaço do seu iPhone está escorrendo para fora, ele permite que dois chips sejam acoplados no smartphone. Como o negócio é muito mais um jeitinho do que algo realmente funcional, não é possível operar com os dois chips ao mesmo tempo.
No entanto, há a vantagem de não precisar reiniciar o iPhone para que o outro chip possa ser usado. A mudança entre os dois números pode ser feita manualmente ou por uma programação de horário.
Para disfarçar a aparência estranha, juntamente com o adaptador, vem uma capa para o iPhone, sendo possível deixar o chip externo escondido lá dentro. O pacote, com o adaptador e a capa sai por 49 euros, no site da Vaveliero.
Fonte: Info Online















